O tão falado dia dos namorados.... Bem, para mim, foi um dia como os outros. passei-o sozinho. Para ser sincero, foi um dia de merda! choveu como o ca**lho e não fiz outra coisa se não pensar como seria bom partilhar este dia com alguém. Mas a vida é mesmo assim. Já passei aquela fase de fritar por não ter ninguém, atribuía as culpas a mim mesmo, dizendo que nada em mim fazia suscitar qualquer tipo de interesse nas outras pessoas. Mas com o passar dos dias, e dos anos, cresci e aprendi a lidar com isso. A verdade não podia ser mais clara do que isto : quem gosta...gosta. Quem não gosta...que se foda! Sim! sou assim (fisicamente). posso mudar? posso...mas irá servir de alguma coisa? Eu sou assim! e assim é que me caracterizo. Pronto, ok! posso ter uns kilitos a mais, mas e depois?! Isso não interessa! quem me rejeita por causa da minha aparência física é porque não sabe o que perde! Quem me conhece sabe como sou...(e esta é pra ti Sil. tu sabes, melhor do que ninguém o que preciso e o que tenho.) E, claro que estaria muito melhor ao lado de alguém, mas na vida real, não estou. E vivo com isso.
14 de Fevereiro de 2011, dia dos Namorados, passei-o sozinho....
sim...
mas isso só contribuiu para aumentar
tudo o que tenho para dar.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Café...
Hoje queria convidar-te para um café. Cheguei a ter a SMS pronta a enviar, mas depois parei e apercebi-me...
- "Ainda não estás cá".
Não sei como, mas senti-te cá. senti-te chegar...e quis estar contigo. Fazes-me rir...e normalmente quem faz rir os outros, sou eu...mas tu...tu fazes-me bem. Sinto-me bem contigo.
..........Mas...tu estás aí.
E eu...
Eu estou na esplanada e já pedi dois cafés.
Vem depressa...antes que arrefeça.
- "Ainda não estás cá".
Não sei como, mas senti-te cá. senti-te chegar...e quis estar contigo. Fazes-me rir...e normalmente quem faz rir os outros, sou eu...mas tu...tu fazes-me bem. Sinto-me bem contigo.
..........Mas...tu estás aí.
E eu...
Eu estou na esplanada e já pedi dois cafés.
Vem depressa...antes que arrefeça.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Certainty In Freedom ~ A Song for Burma (Original Song)
Certainty In Freedom
If I had the will to talk
I wonder if you'd give a thought
To what I had to say - help make it go away
Cos there's certainty in freedom
And in that we must believe in
Cos I saw on the news today
If I saw you in the street now
Would I look the other way?
I hope I'm strong enough to say - help make it go away
When all you see is hatred
Spirits crushed and souls deflated
Easy to leave it for another day
Peace is pushing for love
Love is leading the way
You should follow its path
Darkness leads you astray
Peace is pushing for love
Love is leading the way
So this, my only voice to speak
My message strong, my tone is weak
I find it hard to say - help make it go away
And if I come across obtuse
I urge you now to cut the noose
Don't leave it for another day
Peace is pushing for love
Love is leading the way
You should follow its path
Darkness leads you astray
Peace is pushing for love
Love is leading the way
If I had the will to talk
I wonder if you'd give a thought
To what I had to say - help make it go away
Cos there's certainty in freedom
And in that we must believe in
Cos I saw on the news today
Peace is pushing for love
Love is leading the way
You should follow its path
Darkness leads you astray
Peace is pushing for love
Love is leading the way
_____________________
Peace
Escreveu...
Ela escreveu. Não me perguntem o quê, mas escreveu.
Por várias vezes parava de falar, agarrava no seu caderninho e pedia uma caneta emprestada a alguém.
Ela fechava-se no seu mundo e escrevia. Não deixava ninguém ver. Os seus olhos apenas se levantavam para olhar o horizonte. Para quê? Talvez em busca de inspiração ou talvez para deixar o cérebro "respirar" de tantos pensamentos. não sei..estou simplesmente a supor.
O que ela escreve não sei...mas a maneira como agarra na caneta deixa transparecer toda a alma com que escreve.
Fico louco! por ler...por percebe-la...
Gostava de saber.
Gostava de ler e perceber-
Hei de conseguir.
Hei de percebe-la.
Até lá, vou continuar a apreciar todos os momentos em que os seus olhos se desligam do mundo e o seu olhar transforma o que vê no que sente, e o que sente naquilo que escreve.
Vou vê-la escrever...
O quê?
Não sei...
Mas ela escreveu...
Por várias vezes parava de falar, agarrava no seu caderninho e pedia uma caneta emprestada a alguém.
Ela fechava-se no seu mundo e escrevia. Não deixava ninguém ver. Os seus olhos apenas se levantavam para olhar o horizonte. Para quê? Talvez em busca de inspiração ou talvez para deixar o cérebro "respirar" de tantos pensamentos. não sei..estou simplesmente a supor.
O que ela escreve não sei...mas a maneira como agarra na caneta deixa transparecer toda a alma com que escreve.
Fico louco! por ler...por percebe-la...
Gostava de saber.
Gostava de ler e perceber-
Hei de conseguir.
Hei de percebe-la.
Até lá, vou continuar a apreciar todos os momentos em que os seus olhos se desligam do mundo e o seu olhar transforma o que vê no que sente, e o que sente naquilo que escreve.
Vou vê-la escrever...
O quê?
Não sei...
Mas ela escreveu...
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
A Razão...
Esta noite não vejo o luar.
Não sei onde estou.
Por momentos ouço uma voz…uma melodia ecoa. Suave…Breve…Triste…
Procuro, procuro porque preciso de sentir, preciso de viver como o pássaro que me acorda todas as manhãs…procurar…Sentir…Viver…
Tudo isto me falta, tudo isto é algo que não tenho, mas que vejo aproximar-se de mim cada vez mais…e mais…
A voz melancólica ecoa ainda…vagueando por entre os troncos dos pinheiros tristes da floresta, e ainda…não vejo o luar.
Procuro. Chamo. Corro, arranhando-me cada vez mais profundamente, à medida que os meus braços se agarram nos ramos das árvores para me aguentar e continuar. A ferida continua aberta…e caio.
Fecho os olhos…
Não vejo o luar…
Não sei onde estou…
A minha memória remonta 3 dias antes de toda esta confusão que se encontra na minha cabeça. Vejo o mar, e ao longe vejo uma sombra. Não é perceptível. Parece-me…não. Impossível.
Não percebo porque razão tudo perdeu o sentido. Não vejo saída deste labirinto. A memória não é reconstruída, e continuo caído.
Tento, por tudo o que acredito, fazer chegar a mim tudo o que perdi. Continuo sem saber onde estou. Breves imagens, pintadas com um vermelho cor de sangue, misturam-se com o azul do mar…céu. Um véu laranja cai pela tela onde assisto, bem de perto e muito calmamente, a toda aquela confusão organizada, fazendo sobressair os traços leves, quentes e suaves que me tocam bem ca em baixo.
perco-me. Segui os traços brancos do céu, como uma criança segue a borboleta colorida.
Ao cair em mim vejo-te. Deitada…quieta…sem nenhum gesto que ofereça resistência ás forças que te mantêm ali…caída.
Corro. Corro como corri pela floresta! corro, porque sei que…porque? Na verdade não sei bem…
A minha mão percorre os teus cabelos…Os teus olhos cor de vida abrem-se. E ao abrirem-se outro flash me ocorre. Vejo-me deitado. E um monstro ao meu lado. Cedo me apercebi que o que vivia neste flash…era exactamente o que tu vias. E caí em mim…a razão de tudo…a razão de estar preso neste remoinho irreversível é aquela…aquele…com aquelas formas míticas…era eu…
Não sei onde estou.
Por momentos ouço uma voz…uma melodia ecoa. Suave…Breve…Triste…
Procuro, procuro porque preciso de sentir, preciso de viver como o pássaro que me acorda todas as manhãs…procurar…Sentir…Viver…
Tudo isto me falta, tudo isto é algo que não tenho, mas que vejo aproximar-se de mim cada vez mais…e mais…
A voz melancólica ecoa ainda…vagueando por entre os troncos dos pinheiros tristes da floresta, e ainda…não vejo o luar.
Procuro. Chamo. Corro, arranhando-me cada vez mais profundamente, à medida que os meus braços se agarram nos ramos das árvores para me aguentar e continuar. A ferida continua aberta…e caio.
Fecho os olhos…
Não vejo o luar…
Não sei onde estou…
A minha memória remonta 3 dias antes de toda esta confusão que se encontra na minha cabeça. Vejo o mar, e ao longe vejo uma sombra. Não é perceptível. Parece-me…não. Impossível.
Não percebo porque razão tudo perdeu o sentido. Não vejo saída deste labirinto. A memória não é reconstruída, e continuo caído.
Tento, por tudo o que acredito, fazer chegar a mim tudo o que perdi. Continuo sem saber onde estou. Breves imagens, pintadas com um vermelho cor de sangue, misturam-se com o azul do mar…céu. Um véu laranja cai pela tela onde assisto, bem de perto e muito calmamente, a toda aquela confusão organizada, fazendo sobressair os traços leves, quentes e suaves que me tocam bem ca em baixo.
perco-me. Segui os traços brancos do céu, como uma criança segue a borboleta colorida.
Ao cair em mim vejo-te. Deitada…quieta…sem nenhum gesto que ofereça resistência ás forças que te mantêm ali…caída.
Corro. Corro como corri pela floresta! corro, porque sei que…porque? Na verdade não sei bem…
A minha mão percorre os teus cabelos…Os teus olhos cor de vida abrem-se. E ao abrirem-se outro flash me ocorre. Vejo-me deitado. E um monstro ao meu lado. Cedo me apercebi que o que vivia neste flash…era exactamente o que tu vias. E caí em mim…a razão de tudo…a razão de estar preso neste remoinho irreversível é aquela…aquele…com aquelas formas míticas…era eu…
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